Memórias Póstumas de Brás Cubas

Memórias Póstumas de Brás Cubas

Machado de Assis

Brás Cubas, já falecido, conta, do outro lado, as suas memórias. A narrativa é em 1ª pessoa e acompanha os vaivéns da memória do narrador-defunto. O personagem da estória, depois de morto, resolve contar os segredos da sociedade da época, a corrupção na política, além de suas aventuras amorosas. Julgava que, uma vez morto, podia narrar todos os fatos sem ser julgado por seus atos.

O livro inicia-se com a seguinte dedicatória: "Ao verme que primeiro roeu as frias carnes do meu cadáver, dedico como saudosa lembrança estas memórias póstumas". Machado de Assis deixou emergir a consciência nua do indivíduo fraco e incoerente. O que restou foram as memórias de um homem igual a tantos outros: Brás Cubas.


Quincas Borba

Machado de Assis

Quincas é um filósofo doido. Ele criou uma filosofia: Humanitas, princípio único, universal, indestrutível. É a luta pela sobrevivência, ou seja, só sobrevivem os mais fortes. O filósofi tinha um cão e deu a ele seu próprio nome, para que se morresse antes sobreviveria o cão. Havia também um amigo, Rubião que herdou todos os bens do filósofo, inclusive o cão, além da loucura. Aos poucos, Rubião começa a sentir-se parecido com Quincas Borba e morre juntamente com o cão.

 


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